quinta-feira, 21 de abril de 2011





Os sete gatinhos Pornochanchada

O filme e o livro contam a história da família Noronha e, em especial, de Silene. Ela é a caçula das cinco filhas de Aracy e Seu Noronha. Seu Noronha, um contínuo da Câmara de Deputados, mora no Grajaú com a mulher, D. Aracy, e suas filhas Aurora, Hilda, Débora, Arlete e Silene, de apenas 16 anos. Esta, a caçula, é a mais mimada de todas e, por ser a única "pura", tem o direito a uma boa educação em um colégio interno. Mas logo a vida deles toma um rumo diferente, quando a garota é acusada, no colégio, de matar a pauladas uma gata grávida. A família Noronha parece tão normal quanto qualquer outra, mas, por trás das aparências, esconde segredos inconfessáveis. As quatro filhas mais velhas se prostituem para garantir a castidade e a boa educação de Silene. A partir do incidente ocorrido na escola, descobre-se a jovem não é pura como todos pensam.

Elenco

Lima Duarte.... Noronha
Telma Reston.... Aracy (Gorda)
Cristina Aché.... Silene
Antônio Fagundes.... Bibelô
Ana Maria Magalhães.... Aurora
Regina Casé.... Arlete
Sura Berditchevsky.... Hilda
Sônia Dias.... Débora
Ary Fontoura.... dr. Portela
Cláudio Corrêa e Castro.... dr. Bordalo
Sadi Cabral.... Saul
Maurício do Valle.... deputado
Guará Rodrigues.... dr. Barbosa Coutinho
Luiz Fernando Guimarães.... Carlão
Sandro Solviatti.... motorista de táxi


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terça-feira, 19 de abril de 2011





Filme Estrela Nua - Carla Camurati

Filme Estrela Nua - Carla Camurati - Pornochandada

A morte era obsessão para Nelson Rodrigues. Suburbano universal, criado no então longínqüo bairro de Aldeia Campista, no Rio, Nelson aproximava-se da morte com a curiosidade dos tempos de menino, quando assistia de calças curtas a velórios “sicilianos”, em que as viúvas agarravam-se aos caixões.

Nelson partiu aos 68 anos, em 21 de dezembro de 1980. Enquanto celebravam-se ainda os vinte e cinco anos de seu desaparecimento, no dia 22 do mesmo mês de 2005, há exatamente uma semana atrás, falecia prematuramente o diretor José Antônio Garcia, aos 50 anos de idade.

Além de “O Corpo” (1991), filme que sempre surge à tona quando se toca na produção cinematográfica de José Antônio, a trilogia formada por “O Olho Mágico do Amor” (1981), “Onda Nova” (1983) e “Estrela Nua” (1984) é particularmente saborosa. São obras da mais plena juventude e todas elas co-dirigidas em parceria com o amigo Ícaro Martins.

O roteiro de Garcia “Estrela Nua” traz também uma ponte interessante para o imaginário de Nelson Rodrigues – aspecto nem sempre diagnosticado por parte da crítica –, em um elo de ligação que reflete o entendimento artístico entre os dois.

Glória, dubladora escolhida para substituir Ângela (Cristina Aché) – estrela de cinema, vítima de um acidente de carro –, incorpora fantasmagoricamente a personagem vivida pela atriz. Incestuosa, a personagem de Ângela era adepta de um romance doentio com o pai, levado às últimas consequências com todas as fantasias do gênero.

“O Casamento” – livro célebre de Nelson, espécie de “Ritual dos Sádicos” da literatura nacional, em função dos problemas com a censura – tinha uma mesma personagem central chamada Glória, filha do Dr. Sabino, que sublimava o amor carnal pelo pai através de gestos e atenções. José Antonio e Ícaro colocam o pé no acelerador e em diálogos explícitos ou subentendidos, usam da mitologia rodrigueana combinada com a tendência de subversão da linguagem fílmica.

Mas este é apenas um dos fragmentos que encantam o espectador de “Estrela Nua”. São muitas as informações jogadas pela dupla e que vão se acumulando. Clarice Lispector – lida por Glória e recuperada na narrativa –; cigarros Hollywood – nem tanto pelo merchandising, mas pela lembrança do cinemão americano –; o poster de “Quelé do Pajeú” – filme maldito de Anselmo Duarte –; as músicas dos Mutantes – quando pairava sobre o grupo um certo ostracismo, nos anos oitenta –; Jean-Luc Godard de “Uma Mulher é Uma Mulher” – no apelo bastante feminino do filme.

Assim, a manipulação das regras do cinema – traço marcante em outro colega de “geração” da dupla, Guilherme de Almeida Prado – é um mote utilizado diversas vezes. Quando acaba a projeção, percebemos que na verdade assistimos a três filmes embalados em um único: o “Estrela Nua” de Garcia e Martins; o outro, dublado por Glória; e o terceiro, sonhado por Glória e Ângela, quando então percebemos que são amantes.

Outra característica da trilogia Garcia-Martins está nos personagens homossexuais – lésbicas e gays –, com a non-chalance de quem não via neles qualquer tabu que desmerecesse sua apresentação ao público brasileiro. Moralistas e conservadores devem ficar até hoje com os pêlos em pé ao acompanharem as andanças de Glória e Ângela, do casal Tamara (Vera Zimmerman) e Renée (Selma Egrei), além de Serginho (Patricio Bisso, na voz de Sérgio Mamberti), freqüentador de sauna gay.

Há também uma trupe de profissionais repetida nos filmes, o que os torna afetivamente próximos dos projetos que os diretores criavam. Camurati e Moreyra aparecem nos três, Bisso e Zimmerman em “Estrela Nua” e “Onda Nova”, Arrigo Barnabé – músico e ator em “O Olhar” e “Estrela Nua”. José Antônio e Ícaro surgem em aparições-relâmpago.

A capacidade de superação da dupla sofreria com a política czarista dos anos Collor. Separados, cada qual tocaria suas atividades, ampliando mesmo a atuação, dividida entre o cinema e o teatro. José Antônio dirigiu em 2005 a peça “A Pecadora Querimada e os Anjos Harmoniosos”, baseada uma vez mais nos escritos de Clarice Lispector – como havia sido “O Corpo” e as citações de “Estrela Nua”.

Para relembrá-lo, vale assistir seus divertidíssimos filmes, repletos de um humor sacana e gaiato que não existe mais. E acima de tudo, pensar na arte como o gigante que engole o mundo, e que despreza a barreira misteriosa da morte, eternizando a vida.

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segunda-feira, 18 de abril de 2011





Aluga se Moças filme da Pornochanchada - Gretchen e Rita Cadillac

Paula separou- se recentemente do marido e não encontra emprego, pois há sete anos não trabalha. Coloca anúncio no jornal propondo- se a dividir o apartamento onde mora com a filha e a empregada. Beth Lara, strip-girl, pretende ser cantora. É aprovada num teste fotográfico para promover a coleção da loja Crazy Shirts. Na boate, é vista por Odair, dono de uma gravadora, que se interessa em promovê-la. Beth procura Paula e passam a morar juntas. Magali, estudante universitária, está grávida e o pai, ao saber, a expulsa de casa. É encontrada na rua por Ângela que, para sustentar a mãe doente, trabalha numa casa de massagens. Lá, é contratada por Rafael, dono da Crazy Shirts, para trabalhar num bordel de luxo que ele pretende abrir. Cláudia e Marli moram juntas e trabalham na Crazy Shirts. Cláudia sai às vezes com Rafael, que, ao saber da virgindade de Marli, a oferece a Odair, seu amigo, esperando obter uma comissão.





Ficha Técnica

Título original: Aluga-Se Moças
Gênero: Drama
Duração: 88 min.
Lançamento (Brasil): 1981
Distribuição: Haway Filmes
Direção: Deni Cavalcanti
Roteiro: Deni Cavalcanti
Produção: Silva Neto
Direção de produção: Seraphin da Silva Neto
Assistente de produção: Luís Santos e Carlos Nascimento
Co-produção: Empresar e Madial Filmes
Música: Gretchen
Fotografia: Eliseu Fernandes
Assistente de camera: Luís Rossi
Fotografia de cena: Antônio Marques
Figurino: Cláudia Rosso
Edição: Máximo Barro
Eletricista: Inês Mulin
Maquinista: Frota
Continuidade: Inês Mulin

Elenco

Gretchen
Rita Cadilac
Tânia Gomide
Índia Amazonense
Lia Hollywood
Maristela Moreno
Oásis Minitti
Deni Cavalcanti
Marcelo Coutinho
Kleber Afonso
Tina Rinaldi
Margareth Souto
Renato Bruno
Zaira Zordana
Liana Duval
Jota Santana
Nico Gomes
Carlinos Costa
Eli Silveira
Meire Ferro
Jesus Padilha
Roberto Domingues
Fernando Magalhães
Siuza


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Filme Pornochanchada Amor Estranho Amor - Xuxa Meneghel

Amor Estranho Amor é um filme brasileiro, filmado em 1979 e lançado em 1982, dirigido por Walter Hugo Khouri e estrelado por Marcelo Ribeiro, Vera Fischer e Xuxa Meneghel. Foi o primeiro filme de Xuxa.

Hugo, um homem de meia idade, ainda guarda na memória a infância realmente singular. Ainda um garoto, sai do Sul do país com a avó e desembarca em São Paulo, onde é deixado na frente de um palacete. Ali mora e trabalha Ana, uma prostituta e amante do governador de São Paulo. O garoto irá conviver daí em diante nesse ambiente com outras garotas de programa como Tamara - uma ninfeta atrevida. Depois de ter leiloada a sua falsa virgindade entre os frequentadores mais ricos, ela seduz Hugo - então garoto com doze anos - e o molesta.


Amor Estranho Amor causou certa polêmica devido à participação de Xuxa no elenco (antes de se tornar uma apresentadora de programas infantis). Sua personagem adolescente tem relações sexuais com um garoto de 12 anos de idade, interpretado pelo ator Marcelo Ribeiro. Como no contrato não havia liberação da imagem para vídeo, Xuxa, através de liminar judicial, mandou recolher todas as fitas originais de locadoras e lojas do país. Porém, muitas cópias piratas continuaram circulando, fazendo do filme uma verdadeira lenda entre pessoas que não conheciam a obra.
O video de Amor Estranho Amor tem sua comercialização e distribuição proibidas no país. Todavia, o filme foi lançado em DVD nos Estados Unidos em 2005 e pode ser adquirido por qualquer brasileiro em sites estrangeiros por importação. A produtora americana não vendeu os direitos a Xuxa, que chegou a entrar com ação judicial nos EUA em 1993, mas perdeu.
Recentemente, em 2006, Marcelo Ribeiro foi encontrado com 34 anos e deu várias entrevistas, tendo também publicado um livro de como tudo aconteceu na época, incluindo conversas nos bastidores com a atriz. Em 2007, aproveitando de sua popularidade momentânea, fez um filme pornográfico.
Em 2007, o filme inteiro foi disponibilizado dividido em 5 partes e sem cortes. Nenhuma medida judicial ainda foi tomada quanto ao caso. O filme foi filmado em 1979, quando Xuxa tinha 16 anos. Desconhecidamente, o filme foi lançado nos cinemas apenas em 1982, pouco tempo após Xuxa começar a carreira na TV Manchete no programa Clube da Criança.

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A Super Fêmea - Vera Fischer

Um laboratório de produtos farmacêuticos vai lançar no Brasil a pílula anticoncepcional para homens. Para a publicidade de lançamento, contrata os serviços de uma agência de propaganda, que começa a fazer uma pesquisa de opinião entre os consumidores em potencial. A pesquisa revela que 83% dos homens consultados temem tomar a pílula, com receio de que o produto possa diminuir sua virilidade. Na verdade, nada há a temer, demonstra o laboratório, uma vez que, administrada experimentalmente em animais machos, a pílula nada revelou de nocivo à potência. Mas, como induzir o público a aceitar o produto?

Elenco:

Vera Fischer
Perry Sales
Walter Stuart
Geórgia Gomide
John Herbert
Adoniran Barbosa
Líbero Rípoli
Sérgio Hingst
Renato Restier
Sílvio de Abreu
Roberto Bolant
Elza Aguiar

Ficha Técnica:

Título original: A Superfêmea
Gênero: Comédia
Duração: 100min.
Lançamento (Brasil): 1973
Distribuição: Cinedistri
Direção: Anibal Massaini Neto

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Pornochanchada filmes e DVD assistir online


Fotos e vídeos da Pornochanchada, Cinema Nacional Brasileiro, Boca do Lixo.
DVD, filmes, tudo de graça para assistir online sem pagar nada. Vários filmes de sexo explícito dos anos 60, 70 e 80.


Quem nunca assistiu às famosas ‘pornochanchadas’ produzidas pelo cinema nacional? Segundo a Wikipedia, os filmes eram chamados desta forma por trazer alguns elementos dos filmes do gênero conhecido como chanchada e pela dose alta de erotismo que, em uma época de censura no Brasil, fazia com que fosse comparado ao gênero pornô, embora não houvesse, de fato, cenas de sexo explícito nos filmes.
Depois de popularizar atores e atrizes como: Matilde Mastrangi, Xuxa, David Cardoso, Nicole Puzzi, Aldine Muller, Sônia Braga, Nádia Lippi, Antonio Fagundes, Reginaldo Faria e Vera Fischer, o gênero iniciou sua decadência nos anos 80, com o fim da obrigatoriedade das cotas de exibição de fitas nacionais, o surgimento do videocassete e a exibição de filmes de sexo explícito nos cinemas. Apesar disso, os amantes do gênero ainda podem acompanhar algumas destas produções em um canal especializado em filmes nacionais.

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